O ano de 2026 será marcado pelas eleições gerais no Brasil. No dia 4 de outubro (e no dia 25 de outubro, onde houver segundo turno), os eleitores vão às urnas para definir ocupantes de cargos estratégicos nos Executivos federal e estaduais, além da renovação de cadeiras no Poder Legislativo. Em 2026, cada eleitor terá de depositar seis votos na urna eletrônica, na seguinte ordem: deputado federal, deputado estadual, senador 1, senador 2, governador e presidente.
Serão eleitos: um presidente da República e, em cada estado, um governador e os dois senadores mais votados (na soma dos dois votos). No caso dos deputados, o número varia de acordo com cada estado – no Rio Grande do Norte, serão 8 deputados federais e 24 deputados estaduais, eleitos no formato de disputa proporcional (em que a lógica do pleito é partidária). Uma das novidades do pleito é a mudança nas datas de posse: pela primeira vez, o presidente da República tomará posse em 5 de janeiro de 2027. Já os governadores no dia seguinte (6 de janeiro de 2027).
*Até 4 de
abril de 2026: prazo geral para desincompatibilização de ocupantes de cargos
públicos que pretendam concorrer às eleições, salvo exceções cujas saídas dos
cargos pode ocorrer depois;
*20 de
julho a 5 de agosto: período das convenções partidárias, quando os partidos
definem oficialmente seus candidatos;
*15 de
agosto: prazo final para o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral;
*16 de
agosto: início da campanha eleitoral;
*28 de
agosto: começo da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão (1º
turno);
*4 de
outubro: primeiro turno das eleições;
*25 de
outubro: segundo turno, nas disputas para presidente e governador onde nenhum
candidato alcançar a maioria absoluta no primeiro turno;
*5 de
janeiro de 2027: posse do presidente da República eleito;
*6 de
janeiro de 2027: posse dos governadores eleitos;
*1º de fevereiro de 2027: posse dos deputados estaduais, federais e senadores eleitos.
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