O valor
referente à primeira parcela de fevereiro do Fundo de Participação dos
Municípios (FPM) será repassado aos cofres municipais nesta terça-feira (10).
Ao todo, a União vai transferir R$ 13,4 bilhões às prefeituras de todo o país.
No
mesmo período do ano passado, os municípios receberam R$ 13 bilhões, o que
representa um aumento de aproximadamente 3% neste decêndio. São Paulo permanece como o estado que recebe o maior volume de
recursos, com repasses superiores a R$ 1,6 bilhão. Entre os
municípios paulistas, destacam-se Sumaré, Taboão da Serra e São Bernardo do
Campo, cada um com cerca de R$ 7,2 milhões, além de outras cidades que também
figuram entre as que receberam os maiores valores. Em Minas Gerais, outro estado com repasse expressivo — também em
torno de R$ 1,6 bilhão — as maiores quantias serão destinadas a
municípios como Contagem, Divinópolis e Ibirité, que devem receber mais de R$
7,6 milhões cada.
O especialista em orçamento público Cesar Lima destaca que a tendência de alta no FPM tem sido mantida. Segundo ele, o cenário relacionado à empregabilidade tem contribuído com o resultado. “Nós temos um resultado 3% melhor do que o mesmo período no ano passado, o que condiz com a trajetória positiva que o Fundo de Participação dos Municípios vem apresentando desde o início desse ano. É um resultado que vamos acompanhar. Temos uma condição de empregabilidade muito boa que contribui para o crescimento do imposto sobre a renda, que é o principal componente hoje do FPM”, pontua.
FPM:
municípios bloqueados
Até o último dia 6 de fevereiro, cinco municípios estavam
impossibilitados de receber recursos do Fundo de Participação dos Municípios. O
impedimento pode ocorrer em razão da existência de débitos ou da falta de
regularização documental. Confira a lista das cidades:
- NOVA LIMA (MG)
- CENTENÁRIO DO SUL (PR)
- IGUARAÇÚ (PR)
- PRANCHITA (PR)
Vale
destacar que os bloqueios são temporários. Assim que os municípios regularizam
as pendências, os repasses do FPM são retomados, garantindo recursos essenciais
para áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.
Fonte: Brasil
61

Nenhum comentário:
Postar um comentário