Fernando Frazão/Agência Brasi
Cientistas de todo o mundo
tentam encontrar novas abordagens para a doença de Alzheimer, e dois
laboratórios brasileiros têm se destacado nessa corrida. Recentemente, os
pesquisadores Mychael Lourenço, da Universidade Federal do Rio de Janeiro
(UFRJ), e Wagner Brum, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS),
foram premiados por organizações internacionais por suas contribuições ao tema. 
Lourenço foi contemplado com
o ALBA-Roche Prize for Excellence in Neuroscience Research,
oferecido pela organização Alba a cientistas em meio de carreira que já
alcançaram conquistas excepcionais. Já Brum foi escolhido como o Next
“One to Watch” ("O próximo para ficar de olho", em tradução
livre), prêmio concedido pela organização americana Alzheimer’s
Association a jovens cientistas promissores.
A doença de Alzheimer é considerada um dos grandes desafios da medicina, já que até hoje poucos tratamentos se mostraram eficazes para retardar a sua evolução, e nenhuma cura foi encontrada. O sintoma mais reconhecido é a perda de memória recente, mas, conforme a doença progride, o paciente adquire dificuldades de raciocínio, comunicação e até de movimentação, se tornando completamente dependente.
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