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segunda-feira, 24 de junho de 2013

COLUNA DE TULIO LEMOS DO JORNAL DE HOJE…

REAÇÃO
A força das ruas provocou um efeito imediato na presidente da República, Dilma Rousseff, que usou rede de rádio e TV para tentar acalmar os ânimos dos manifestantes. Fez o que era correto e necessário para o momento. Afinal, ignorar seria ainda pior.

DESGASTE
Amparada em informações de que as manifestações tinham algo de negativo em relação ao paradoxo das obras da Copa 2014, Dilma tratou de transferir a responsabilidade para a construção das arenas milionárias para os Estados. É disse que jamais permitiria que esses gastos saíssem do Orçamento Federal. É a primeira vez que um governante luta para não assumir a paternidade de uma obra.

PRIVATIZAÇÃO
A própria presidente Dilma afirmou que o dinheiro da construção das arenas é fruto de empréstimos do BNDES. Ocorre que o BNDES é um banco federal; ou seja: No fundo, o dinheiro das arenas está saindo do poder público, já que não houve privatização da instituição bancária.

REPASSE
Quando a presidente Dilma falou a respeito do dinheiro das arenas, fez questão de enfatizar que esses recursos poderiam servir para a Educação e Saúde. Repassou a responsabilidade para os governadores, a quem indiretamente chamou de irresponsáveis, por usar uma fortuna em construção de estádios e não em hospitais ou na educação pública.

ATORDOADOS
A palavra oficial da presidente Dilma legitimou as manifestações, na medida em que a presidente elogia a vitalidade dos protestos. O detalhe é que alguns petistas mais radicais estão atordoados com o gigantismo das ruas e chegam a dizer que é golpe, é coisa da direita, da Globo. Desorientou até alguns mais racionais.

FORÇA
A luta contra a PEC 37 ganhou a força das ruas justamente no momento em que corruptos e seus adeptos articulavam a aprovação dessa proposta ridícula que quer tirar do Ministério Público o direito de investigar crimes. A população parece que acordou para esse absurdo e vai pressionar os deputados.

INSATISFAÇÃO
O deputado Henrique Alves disse ao jornalista Lauro Jardim, da Veja, que o motivo dos protestos é justamente a situação paradoxal da construção das arenas, sem a devida contrapartida com as obras de mobilidade: “A população está vendo que estádios caríssimos ficaram prontos, mas as obras de mobilidade e infraestrutura, de responsabilidade do poder público, não ocorreram ou ainda estão muito lentas”.

ENGANAÇÃO
Na verdade, a enganação generalizada é do Governo Federal e do Governo do Estado. Afinal, muitas promessas de obras foram feitas, mas nada foi sequer iniciado, configurando um grande estelionato administrativo na população.

MUDANÇA
Os desembargadores que irão votar para escolher a nova lista sêxtupla do quinto constitucional, admitem claramente que haverá mudança em relação ao resultado anterior. Afinal, a escolha feita inicialmente não foi amparada em critérios mais objetivos e essa será uma votação fundamentada. Nada mais natural que haja mudança na lista.

VANDALISMO
A coluna recebeu do engenheiro Adauto Medeiros, um texto que ele escreveu e circula na internet. Vejamos alguns trechos: “Vândalos são os políticos.Vandalismo mesmo, são as super despesas com o setor público cujo único fim é o ócio. Vandalismo é não termos refinarias e importarmos gasolina. Vandalismo é não termos hospitais porque os prefeitos preferem jogar os doentes em ambulâncias e mandar para as capitais, que como também não tem bons hospitais, estão mandando mesmo é para o inferno”.

VANDALISMO II
Segue o texto: “Vandalismo é entregar os fundos de pensão para as centrais sindicais para colocarem a boca aberta da corrupção. Vandalismo é o prédio da UNE (União Nacional dos Estudantes) onde eles estão, transformada em chapa branca. Venderam, eles os políticos, o amor dos brasileiros ao governo, ou seja, se restituíram, como sempre.  Vandalismo são os 39 Ministérios do governo federal impedindo ter recursos para aplicar em saúde, educação, segurança e infraestrutura. Vândalo é deputado e senador ter direito a 52 passagens de avião por ano à custa de quem ganha o salário mínimo. Estes, eles sim, os políticos, são os verdadeiros vândalos, que estão destruindo nosso querido (ex) Brasil”.

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