Segundo a controladora, o governo está trabalhando em duas frentes para dar celeridade: irá adotar oficialmente o TransfereGov - plataforma digital do governo federal voltada à gestão eficiente das transferências voluntárias da União a estados, municípios e Distrito Federal. Em paralelo, também trabalha na implantação e adaptações necessárias para o aperfeiçoamento do módulo estadual da ferramenta própria Business Intelligence (BI), que funciona desde 2024 e tem dados de emendas desde 2021, e que permite a transparência das emendas parlamentares, embora continue-se usando o Sistema Integrado de Planejamento de Gestão Fiscal (Sigef): “Hoje nos encontramos em um período de teste, de validação desse módulo, criado para evitar uma descontinuação no pagamento, considerando que o ano de 2026 é um ano eleitoral e acreditamos que até 13 de maio todas as informações já estejam implementadas e disponibilizadas e tudo solucionado”. Luciana Daltro afirmou que a Controladoria trabalha para apresentar uma solução imediata no tempo oportuno para que não haja descontinuidade das emendas. “Nossos servidores estão sendo treinados, principalmente em relação às emendas especiais”, declarou.
O deputado estadual Gustavo Carvalho (PL) externou a preocupação dos parlamentares para a questão do prazo de liberação dos recursos. “Estamos sendo cobrados quase que diariamente pelos prefeitos e entendemos as exigências que foram feitas, mas precisamos ter uma resposta para os municípios, que alocamos recursos em função da necessidade de obras e serviços serem continuados”, questionou. Para Luciana Daltro a preocupação do deputado é legitima, mas entende que “tudo que gera mudança de comportamento e de cultura no âmbito da administração pública, gera esse desassossego”.
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