A partir desta quarta-feira,
1º de abril, um novo reajuste nos preços dos medicamentos passa a ser aplicado
em todo o país. O aumento poderá chegar a até 3,81%, conforme os limites
definidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, responsável por
estabelecer as regras de precificação no setor.
Apesar do teto autorizado, o
reajuste médio previsto é de 1,95%, percentual inferior à inflação acumulada
nos últimos 12 meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo, que atingiu 3,81%. Dessa forma, o impacto nos preços tende a variar de
acordo com o tipo de medicamento e as condições do mercado.
O cálculo do reajuste segue
critérios técnicos. Entre os fatores considerados estão os custos de produção
da indústria farmacêutica, a variação cambial e o nível de concorrência entre
os fabricantes. Assim, medicamentos com maior concorrência poderão registrar
aumentos mais elevados, atingindo o teto permitido.
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