Neste primeiro decêndio de agosto, a soma da base de cálculo do FPM apresentou aumento de R$ 8,64 bilhões, passando de R$ 41,07 bilhões em 2025 para R$ 49,72 bilhões neste ano. A CNM alerta aos gestores municipais que o planejamento financeiro neste segundo semestre é essencial para manter as contas das prefeituras brasileiras no positivo. Historicamente, a segunda metade do ano é marcada por um desaquecimento nas atividades econômicas e, consequentemente, uma retração na arrecadação tributária. O contexto resulta em receitas menores, comparado ao primeiro semestre.
No levantamento completo é possível verificar os repasses do FPM divididos por Estados, indicando um valor aproximado de recursos a se receber. Para a interpretação do quadro, o gestor deve ter o conhecimento do seu coeficiente e também a quantidade de quotas que perderia na ausência da LC 198/2023. Ao final da publicação, a CNM também disponibiliza um anexo com a lista dos 550 Municípios que perderam quotas e estão sujeitos ao redutor, para auxiliar a consulta nas tabelas estaduais.
Agência CNM de Notícias
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